Considero que a AUTOESTIMA é a base de tudo, por isso que a elegi como o primeiro tema tratado no “O Caminho do Encontro”.

AUTOESTIMA é a avaliação, positiva ou negativa, que a pessoa faz de si mesma, em função de seus pensamentos, sentimentos e experiências de vida. A própria palavra diz: auto – prefixo de origem grega que quer dizer: aquilo que é próprio; e estima: afeição, carinho, admiração.

AUTOESTIMA, portanto, nada mais é do que gostar de si mesma.

E gostar de si mesma não é pontual. Não é olhar um dia para o espelho e gostar do que vê, ou gostar de uma atitude tomada.
Na verdade, é muito mais profundo que isso; é um processo.
Conhecer-se é fundamental. Olhar para si mesma com autocompaixão, em busca do autoconhecimento, é o caminho que temos que traçar, a partir do amor e compreensão próprios.

Isso quer dizer que nesse caminho terão altos e baixos, mas o conhecimento e auto respeito devem estar presentes em cada pensamento e ato. Só dessa maneira podemos construir uma AUTOESTIMA sólida.

Encontraremos, durante o percurso, coisas que não gostamos de nós mesmas. A valorização da verdade é a chave para aprender a entender, e respeitar, todas as nossas idiossincrasias.

É muito importante estarmos atentas às nossas próprias armadilhas: insegurança, perfeccionismo, dúvidas, falta de confiança em nossa própria capacidade, medo de errar e a busca pelo reconhecimento e aprovação do outro.

O que é importante para você? Essa é uma pergunta que me faço todos os dias.

Pela minha experiência, quando passei a olhar para dentro de mim mesma e entender como eu funciono, para além das expectativas externas, consegui saber o que eu quero, o que me faz feliz e como me sinto confortável.

Dessa maneira descobri que um plano de ação, com objetivos, é um bom começo para a construção dessa AUTOESTIMA que tanto desejamos.

Descobri que não posso ser, e não quero ser, e é impossível ser, igual a alguém.
Somos o que somos!
Podemos melhorar? Sempre! Mas todas nós temos uma essência, uma história, um ‘layout” únicos. Por isso que o autoconhecimento e auto respeito é o primeiro passo.

Todas nós queremos a mesma coisa? Não!
Cada uma de nós tem, dentro de si, um desejo, um objetivo, também únicos e intransferíveis.

Então, que tal aceitar quem somos e percorrer o trajeto com liberdade de escolha?
Não parece libertador? E é!

Quando a gente encontra isso, e aceita, conseguimos dar o segundo passo que é traçar as nossas metas.

E aí fica fácil ter AUTOESTIMA. Um passo de cada vez, sabendo para onde queremos ir, como queremos ir e com quem.

Tudo arrumado. A casa interna ajeitada. Essa é a nossa melhor opção.
Dentro do tempo possível e aceitando as nossas possibilidades, a alegria retorna à casa e, dessa maneira, podemos nos encontrar com o melhor que há no mundo: o amor por nós mesmas.

Filmes sugeridos:
– Frida
– As Horas
– Bagdad Café
– Tomates Verdes e Fritos
– Mulheres à beira de um ataque de nervos

Livros sugeridos:
– Dias de Abandono (Elena Ferrante)
– A Amiga Genial (Elena Ferrante)
– Lola Vive (Marcela Vasquez)

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