O que vemos quando nos olhamos no espelho?
De um lado é possível enxergar nossas virtudes, do outro, nossos defeitos. Sombra e Luz.
O perfeccionismo invade nosso olhar. É necessário ter coragem para nos ver tal qual somos, nesse momento, aqui e agora.
Aceitar, mesmo que seja dolorido e procurar caminhos para a mudança.

FELICIDADE…
Não é só uma aparência bonita.

Mas vivemos na era da imagem, mais que da presença, e isso nos pesa.
O que podemos fazer para nos sentir bem dentro desse corpo de 50 anos que ainda tem muitos anos para viver?
Achar um meio termo: nem largadas, nem obsessivas. Cuidadas!
Com CONTEÚDO.
Com BOA CONVERSA.
Com ATITUDE.

Mas sobretudo…

COM BOM HUMOR.

Vocês sabem que o de dentro e o de fora sempre estão conversando?
Gostar de COMO SOMOS não vai depender tanto do olhar do outro, mas da APROPRIAÇÃO E ACEITAÇÃO DE QUEM EU SOU.
O físico não nos define mas manifesta como estamos internamente.
Olhar para o corpo a partir da saúde, como um investimento, para ter uma poupança no futuro, com boa saúde, que nos permita manter nossa liberdade.

Nos sentimos atraentes quando olhamos no espelho?
Não se sentir atraente se reflete em nossa imagem no espelho e, consequentemente, na “tela” do outro?

Isso tem consequência?

Até onde o efeito da imagem tem a ver com a menopausa ou com a falta de cuidado com nós mesmas?
Quando recebemos um presente, a embalagem é o primeiro que nos chama a atenção, mas o desejo de ver o que tem dentro do pacote é muito mais inquietante.
Ver nossa luz e nossa sombra pode ser LIBERTADOR.
Abrir a mente e olhar no espelho.
Expandir nossa consciência sem ser arrogantes.

Com humildade.
Compaixão.
Empatia.
Esse movimento é intransferível.

100% de dentro para fora.

Mas, ironicamente, não podemos fazer sozinhas.

Os seres humanos são naturalmente seres relacionados.Temos que achar o equilíbrio.

As relações são um jogo de espelhos e telas aonde nos projetamos.
O Espelho próprio deve ser o primeiro e o mais importante a observar.
O que procuramos quando nos olhamos no espelho?
O que nos custa tanto descobrir ou reconhecer?
Que imagem queremos?

Uma imagem própria que, mesmo que não agrade a todos, é a que coincide com que pensamos, sentimos e queremos mostrar ao mundo.
Não uma criada dentro de um personagem que cada vez nos custa mais sustentar.

Nós temos duas imagens: física e atitudinal.

Física: roupas, acessórios, maquiagem, cabelos, sapatos.
Atitudinal: como me apresento, como me mexo, como me expresso com o corpo.
Quando não estão sintonizadas, o outro sente que tem alguma coisa que está dando “loading”.
As duas não caminham juntas.

A imagem transmite um ESTILO.
O meu ESTILO mostra meu mundo interno.
De que forma falo, que música escuto, onde vou viajar, que filmes assisto, qual é a minha fé.

Podemos falar horas de como nos vemos mais magras, elegantes, mais atrativas, menos atrativas, mas tem uma parte oculta que é a boa imagem que transmite uma mulher que se sente FELIZ.
Sentir-se feliz significa que você sente bem-estar com a imagem que vê.
Você conseguiu um equilíbrio entre a imperfeição e a atitude de ser a mulher que é.
Como eu me vejo me tratam.
Se não gosto do que vejo…
É preciso tentar e voltar a tentar até me sentir cômoda com a imagem que vejo hoje, aqui e agora.
Observar-se.
Aceitar-se.
Perdoar-se.
Trabalhar minha sombra para poder comunicar minha imagem, para mim e para o mundo, de quem eu desejo ser.

Saibamos usar o poder do espelho com o objetivo de amar nosso corpo e nossa alma e caminhar por uma vida mais leve.

Para continuar pensando…


O Rio de Clarice.
Teresa Montero.
Passeio afetivo pela cidade é um guia que conduz o leitor por sete caminhos claricianos, revelando um Rio onde a escritora viveu durante 28 anos.


Mulheres sem nome.
Martha Hall Kelly.
Inspirado em personagens reais da Segunda Guerra Mundial, um romance encantador sobre coragem, escolhas e redenção. Até onde você iria para honrar a vida daqueles que foram esquecidos?


O corpo descoberto.
Eliane Robert Moraes.
No livro vemos como a literatura encontrou formas de subverter a rígida moral da época para falar de corpo, desejo e sexo.


Blue Jasmine.
Jasmine (Kate Blanchett) é uma mulher já na casa dos seus 40 anos que é obrigada a mudar para a casa da irmã Ginger em São Franscisco após seu marido ser preso e ter sua fortuna confiscada. Deprimida, neurótica e ainda sem acreditar no novo rumo que tomou sua vida, ela tenta recomeçar.


Simplesmente complicado.
Jane (Meryl Streep) é mãe de três filhos e mantém uma relação amigável com Jake (Alec Baldwin), seu ex-marido, de quem se separou há dez anos. Quando eles se encontram para a formatura de um dos filhos, fora da cidade, surge um clima e eles passam a ter um caso.


Gloria Bell.
Uma mulher sozinha com 50 anos e espírito livre (Julianne Moore) ocupa suas noites buscando amor em boates para adultos solteiros em Los Angeles. Sua frágil felicidade muda no dia em que conhece Arnold (John Turturro).