LIBERDADE, definição:

Direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa. É a sensação de estar livre e não depender de ninguém.

Liberdade é classificada pela filosofia como a independência do ser humano, o poder de ter autonomia e a espontaneidade.

Liberdade se constrói.

Mas tem que ter um Porquê.

Significa sempre uma conquista e exige um plano para poder alcançá-la. Muitas vezes é preciso estar presa a alguma coisa para desejar a liberdade. Por anos podemos não ser a primeira da lista. Mas sempre sabendo que o objetivo era conseguir, construir, organizar.

“A RESPONSABILIDADE é o preço da LIBERDADE” – Elber Thubbard.

“O Homem está condenado a ser livre”. – Jean Paul Sartre.

A liberdade é inerente à condição humana e o homem é 100% responsável por tudo que fizer.

Para René Descartes…

“Age com mais liberdade quem melhor compreende as alternativas que precedem a escolha”.

Para Aristóteles…

“Liberdade é a capacidade do ser humano de poder agir segundo sua própria vontade, por toda sua vida, sendo responsável pelos seus atos”.

A LIBERDADE está diretamente relacionada com a  INTELIGÊNCIA e com a VONTADE.

A privação da liberdade acarreta:

  • Problemas de saúde.
  • Problemas sociais.
  • Capacidade intelectual diminuída.
  • Falta de educação financeira.

O destino da sua LIBERDADE está no limite de seus pensamentos. Existem os obstáculos sociais:

  • Discriminação.
  • Intolerância ideológica.
  • Influência.
  • Desigualdade de oportunidades.

 

E os obstáculos econômicos:

  • Falta ou excesso de recursos para organizar a vida.

Obstáculos psicológicos:

  • Medo.
  • Fanatismo.
  • Indecisão.
  • Egoísmo.
  • Falta de informação.

Liberdade interior se ganha com:

  • Conversa
  • Imaginação.
  • Consciência.
  • Vontade.

O Caminho…

O ser humano nasce com a capacidade de ser livre mas só aos poucos, com muito esforço, constrói e conquista, superando todos os fatores que o limitam, sua liberdade.

A Liberdade se constrói.

O conhecimento e reconhecimento de nossas possibilidades e limitações, cria a possibilidade de exercer a LIBERDADE.

A porta de entrada para a LIBERDADE é o conhecimento de si mesma.

  • 1º. Criar o autoconhecimento.
  • 2º. Encontrar nossa essência.
  • 3º. Dentro do possível.
  • 4º. Buscar como posso construí-la.
  • 5º. Sempre será com responsabilidade, respeitando nossa essência.

Autoconhecimento

  • Buscar nossa ESSÊNCIA.
  • Respeito à própria essência.
  • Vontade de gerar mudanças.
  • Responsabilidade com as escolhas.

Para continuar pensando:

Comer Rezar Amar.

Elizabeth Gilbert.

Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que sempre quis: um marido apaixonado, uma casa nova e espaçosa, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas ao in vés de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.

 

Eu sou Malala.

Malala Yousafzai

Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida.Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditavam que ela sobreviveria.Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as  salas das Nações Unidas em Nova York.

Orgulho e Preconceito.

Jane Austen.

Orgulho e preconceito é a obra-prima da escritora britânica Jane Austen que tem como pano de fundo a burguesia inglesa do início do século XIX. Vemos no romance como as relações movidas por amor e dinheiro podem ser promíscuas e mesquinhas, encobertas pelo véu da sociedade burguesa.O clássico inglês foi adaptado para o cinema quatro vezes, a versão mais consagrada ganhou as telas em 2005 sob a direção de Joe Wright.

 

O Segundo sexo.

Simone duBeauvoir.

O segundo sexo foi publicado originalmente em1949 e consagrou Simone de Beauvoir na filosofia mundial. obra, no entanto, não ficou datada e tornou-se atemporal e definitiva. Simone de Beauvoir analisa a condição da mulher em todas as suas dimensões: sexual, psicológica, social e política. Uma obra fundamental, que inaugurou um novo modelo de pensamento sobre a mulher na sociedade.