Há um mês compartilhei com vocês que um de meus filhos se mudaria para sua própria casa. Já tinha vivido isso quando dois deles foram estudar no exterior, mas isso era diferente.

O post gerou muitas respostas em relação ao que significava ver nossos filhos voarem.

Cortar o cordão, aceitar que cresceram, reconhecer que fizemos o nosso trabalho como mães e que a vida continua em outro formato de convivência mas com vínculos muito fortes.

Pode ser a ida a uma universidade no exterior, uma mudança de cidade ou nada mais nem nada menos que o próprio voo, escolhido por eles e que devemos respeitar, aceitar e ajudar, não só a eles como também a nós mesmas, para que consigam construir suas próprias vidas, sem culpa e com muito boa convivência.

Espero por vocês para abrir este tema que, dependendo de como resolvamos, nos ajudará a encarar o nosso futuro.

Espero por vocês hoje às 18h no perfil @ocaminhodoencontro.

  • Idealizadora, curadora do O Caminho do Encontro, um espaço para mulheres que estão transitando os 50 anos, que procuram um lugar feminino onde possam valorizar a maturidade para ressignificar essa fase da vida.

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