– Faça da busca do AUTOCONHECIMENTO uma PRIORIDADE.
– Nos dar TEMPO para poder entender o que estamos vivendo, dentro e fora de nós mesmas.
– Valorizar nossa EXPERIÊNCIA, nosso CONTEÚDO e nossos ANOS VIVIDOS.
– O que não significa que não podemos ser SEXYS e atraentes como fomos mais jovens.
Imaginação = capitalização da existência. Vamos fugir do famoso 60 X 90 X 60.
Temos:
– O COMPROMISSO de estar presentes na vida de nossos ENTES QUERIDOS.
– Cuidamos;
– Guiamos;
– Acolhemos;
– Educamos;
– Respeitamos as escolhas;
– Amamos.
Temos que…
CUIDAR de nossos adultos mais velhos, frequentar e cultivar os laços entre os membros de nossa FAMÍLIA.
O esforço e o trabalho diário sobre nossa IMAGEM tanto PESSOAL quanto
PROFISSIONAL.
APOIAR nosso parceiro muitas vezes em silêncio, com nossa PRESENÇA, com a ESCUTA, com o DIÁLOGO nas diferentes etapas da vida.
Projetos;
Expectativas;
Final de ciclos;
Mudanças.
Ajuda-los a voar.
Ser cuidadosas com o espaço da família.
Com nossa casa externa e nossa casa interna.
CUIDAR DO ESPAÇO.
Ainda temos que..
Estar conectadas com o novo, com o desconhecido, com a massa, com a exposição, com a exigência de estar sempre bem e com a necessidade de DESCONECTAR-SE para CONECTAR-SE com a natureza e o silêncio.
Encantada;
Admirada;
Esgotada!
Nós merecemos um prêmio Nobel de Caterpillar.
Mulher de 50 também enfrenta o desafio de instruir-se para manter seu CONTEÚDO ATUALIZADO.
Como se fosse pouco…
Temos que nos ESPIRITUALIZAR.
ENFRENTAR as incertezas.
Ademais…
Temos que nos APAIXONAR!
Como vamos buscar acolhimento a todas essas pressões?
E ainda continua…
Precisamos ACEITAR AS DIFERENÇAS.
Precisamos APRENDER A RESPEITAR.
RECONHECER nossa maturidade.
Apesar das rachaduras, somos hoje mais fortes.
Aprendemos a NOS REPAGINAR….
Mantendo nosso PROPÓSITO.
Para continuar pensando…

O Segundo Sexo
Simone de Beauvoir
A premissa do livro é a de que a mulher não é o “segundo sexo” ou o “outro” por razões naturais e imutáveis, mas sim por uma série de processos sociais e históricos que criaram esta situação. Toda a sua argumentação gira em torno do questionamento da existência do chamado “eterno feminino”, visto pela sociedade como algo intrínseco a qualquer mulher e que as prenderia a uma gama restrita de características e, principalmente, limitações. Com isso em mente, a autora passeia pelas mais diversas áreas do conhecimento em busca de argumentos, com sucesso estrondoso e coerência inquestionável.

A Filha Perdida
Elena Ferrante
Como acontece em todos os livros de Ferrante, esse também é narrado em primeira pessoa. A narradora da vez é Leda, uma mulher prestes a completar quarenta e oito anos. Leda vive em Florença, é professora universitária e tem duas filhas adultas, Bianca e Marta, que se mudaram recentemente para o Canadá, passando a viver com o pai, de quem é separada. A nova condição é experimentada com ambivalência pela protagonista: a princípio, Leda parece entusiasmada com a ideia de estar livre dos afazeres diários que a maternidade lhe exigia. Mas, ao tirar férias e viajar para uma pequena cidade na costa jônica da Itália, acaba se tornando obcecada por uma jovem mãe e sua filha pequena, Nina e Elena.

O que cabe em um abraço
J.J. Camargo
A medicina se divide em diversas especialidades, mas os médicos, em apenas dois tipos: aqueles que tratam a doença e aqueles que tratam o paciente. O dr. J.J. Camargo é um representante do segundo
grupo. Para tanto, ele ouve seus pacientes e volta e meia os abraça – ou é surpreendido por um abraço.
Pode ser um abraço de consolo, de gratidão, de conforto: o abraço diz aquilo que muitas vezes as palavras omitem.

Garra
Angela Duckworth
Neste livro obrigatório para todos que desejam alcançar o sucesso, a psicóloga Angela Duckworth demonstra para pais, estudantes, educadores, atletas e empreendedores que o segredo para realizações incríveis não é o talento, mas uma mistura de paixão e perseverança que ela chama de “garra” – a capacidade de perseverar e produzir resultados além do puro talento, da sorte ou das eventuais derrotas.

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